Direitos Humanos: promoção de dignidade e luta por respeito

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Detalhe do cartaz de divulgação da Semana de Direitos Humanos de 2010, assinado pelo artista plástico Carlus Campos: uma luta por mais respeito e dignidade

O maior dos compromissos era cuidar bem das pessoas. E foi integrando políticas de direitos e reforçando a luta por mais dignidade e respeito a cada cidadão que a gestão Fortaleza Bela atingiu uma de suas maiores obras a frente da Prefeitura de Fortaleza. Conquistamos grandes vitórias entre 2005 e 2011 na promoção de Direitos Humanos. Entre as mais significativas está a criação da Secretaria de Direitos Humanos (SDH), no ano de 2009. A pasta incorporou várias políticas de direitos, como diversidade sexual, igualdade étnica e direitos da criança e do adolescente. Este último ponto ganhou prioridade logo no início da gestão.

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Gestão Fortaleza Bela: saúde com mais atenção e respeito

Saúde 1

Quando assumiu a prefeitura de Fortaleza, em 2005, a ex-prefeita Luizianne Lins adotou um modelo de atenção integral à saúde como princípio orientador da política municipal para a área. Com isso, todos os esforços da gestão, das ações preventivas aos serviços de alta complexidade, foram mobilizados para humanizar o atendimento da saúde no Município. Concretamente, isso significou melhor acolhimento das pessoas, redução das filas de espera, ampliação do horário de atendimento, aumento do número de profissionais da área, acesso gratuito a medicamentos básicos, oferecimento de serviços de saúde preventiva para as famílias e investimentos em estruturas hospitalares para procedimentos de alta complexidade, como a reforma do IJF e a construção do Hospital da Mulher.

Eram tempos que certamente apresentavam dificuldades, dada a complexidade e o gigantismo da rede municipal de saúde. Entretanto, eram tempos em que o programa de saúde da família funcionava; os CAPS atendiam efetivamente a população; não se viam pacientes atendidos no chão do IJF; não havia postos sem remédios ou médicos; e em que hospitais não eram fechados, entre tantas outros absurdos e desconstruções que o  povo fortalezense se acostumou a ver nos últimos três anos.

Confira, abaixo, alguns dados que ajudam a compreender a grandiosidade de investimentos, projetos e ações desenvolvidos na área da saúde, entre 2005 e 2012.

Mais recursos do Tesouro Municipal para a Saúde: Elevação dos recursos para a saúde oriundos do Tesouro Municipal superando o percentual constitucional obrigatório de 15% mantendo uma média anual superior a 23% desde 2006. Continuar lendo

Especial Gestão Fortaleza Bela: Educação

Educação

Nesse link especial, você pode conferir números, projetos e realizações da Gestão Fortaleza Bela (2004-2012) na área de educação.

Fortaleza possuía a maior rede do NE e a quarta do país, com 456 unidades escolares e mais de 220 mil alunos. Todos os alunos e alunas recebiam fardamento completo, além de mochila, tênis e agenda. Quase 27 mil alunos recebiam educação em tempo integral, em 194 escolas, com acesso ao esporte, biblioteca, robótica, artes e inclusão digital. A prefeitura também disponibilizava transporte escolar gratuito e seguro, diariamente, para mais de 10 mil crianças.  Continuar lendo

Especial Gestão Fortaleza Bela: Habitação

Habitação 2

Nesse post especial, você pode conferir números, obras e realizações da gestão Fortaleza Bela (2005-2012) na área de habitação.

O projeto de regularização fundiária beneficiou cerca 30 mil famílias; em 95% dos casos, o Papel da Casa foi concedido às mulheres. Além da regularização fundiária, a prefeitura também financiou melhorias habitacionais para famílias de baixa renda com o Programa Casa Bela, que beneficiou quase 3 mil famílias.

Ao todo, até 2012, foram 5.201 habitações populares entregues (sendo mais de 5 mil casas) e outras 6.914 em construção ou em processo licitatório. Continuar lendo

Especial Gestão Fortaleza Bela: Mobilidade Urbana

Transporte 2

Nesse post especial, você pode conferir números, obras e realizações da gestão Fortaleza Bela (2005-2012) na área de mobilidade urbana.

Um dos principais focos da gestão na área de transportes foi garantir mobilidade e aumentar a oferta de acessibilidade urbana através do transporte público. Para isso, a prefeitura desonerou a tarifa de caráter social, democratizando o direito de ir e vir de milhões de cidadãos fortalezenses. Durante o período, Fortaleza teve a menor tarifa de ônibus em sistema integrado entre as capitais de igual porte do Brasil. Representando, na prática, uma transferência indireta de renda para os usuários de transporte público, em sua maioria, trabalhadores e suas famílias.

Um estudo realizado pelo IPEA, com base em dados da PNAD/IBGE de 2009, mostrou que Fortaleza e Região Metropolitana eram a segunda região do Brasil em que os trabalhadores levam o menor tempo no percurso casa-trabalho.

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